
Para sentir-se pleno, é preciso permitir-se,
Acreditar em si próprio e despir-se do decrescente.
Respirar fundo o fôlego da vida
E criar asas grandes para aprender o trajeto das águias.
Fazer o próprio tempo
Para perder-se na inércia em deslumbro ao horizonte.
Ter ouvidos aguçados
Para ouvir os sábios conselhos do vento entre as folhas secas.
Caminhar com amplitude,
Passeando tão somente entre as pegadas do bem.
Admirar-se com integridade
E esquecer com pressa qualquer maledicência.
Exercitar com calma a brevidade da vida
E lembrar a todo instante, que o dom de ser feliz é gratuito.
Amar com urgência e doar-se em total subsistência.
Vestindo-se de amor, minuciosamente.
(Lu Nogfer)

