
Sensibilidade não se aprende.
Vem com a gente desde o ventre.
Tem vestígio de berçário.
De colo, de leite materno.
Tem cheirinho de criança,
De carinho, de amor, de alento.
Vem sem espera, sem promessas,
Sem injúrias, sem julgamentos.
Vem por dentro da gente,
Rastreando inteiramente.
Chega mapeando a pele,
A mente, os passos, a vivência...
Seja numa música, em versos mudos
Ou no sussurrante silêncio.
Seja num beijo, num abraço,
Num simples sorriso ou numa lágrima.
Percorre os caminhos da alma
Jorrando emoções nos sentimentos...
Não diferencia raça , nem sexo, nem status.
Só reconhece a entrega: asas de liberdade.
Vem sem dono, sem sobrenome,
Não importa a identidade...
Quando a sensibilidade aflora,
Explode por todos os lados.
(Lu Nogfer)
Aos papais, deixei minha homenagem no
Atitude, pelo dia especial...
Desejo a todos um doce e festivo domingo de paz e alegria!