21 de ago de 2016

Na Ciranda da Vida















É noite...
Acendem-se todas as luzes,
Estrelas e vagalumes.
Clareiam-se as frestas,
Os olhares, os pensamentos...
Tudo é essência.

Os ponteiros avançam
O  tempo muda de ritmo
Escurecem-se os olhos,
Esquecem-se os dissabores.
Vence o silêncio
Na morte de algumas horas.

Enquanto tudo adormece
No íntimo de cada ser,
Mata-se a realidade
Para o sonho, viver
Intrínseco, efêmero...

Após perfeito período
Das horas amortecidas
Despertam-se os olhares
E todos os sentidos
No corpo sonolento
Magicamente, vivo.

Ouve-se murmúrios, risos...
E essenciais choramingos,
Por trás das cortinas
Brilha um convite à vida.
Claro e inebriante...
É dia outra vez.

(Lu Nogfer)




12 de jun de 2016

À Todos os Corações Apaixonados!

Escolhi estes versos entres os meus já publicados, para homenagear este romântico dia.
Que todos tenham um dia lindo, sedutor, perfumado e cheio de delicadezas correspondidas.

Feliz Dia dos Namorados!



















VEM

Vem que eu me rendo...
Traga o teu mistério,
As estrelas, o brilho da lua
E o teu lençol de nuvens.

Põe a tua alegria em meu riso,
A luz dos teus olhos nos meus
E em minha pele, o teu perfume.

Vem que eu te espero...
Traga a cancão da noite
E faça ecoar em mim
Os mais vibrantes acordes.

Refaça em mim as tuas doces loucuras.
Me acaricie, me desperte, me dê corda...
Preencha todas as minhas lacunas.
Pois quando você chega...
Tudo que estava vazio,
Transborda.

(Lu Nogfer)
 



31 de mai de 2016

Versos Inocentes...

Olá amigos.

O poeminha de hoje, é mais um dos que fazem parte das páginas amareladas que falei neste post. Uma velha agenda onde estão registrados os meus primeiros e inocentes versos. Portanto, queridos, relevem a seriedade do contexto apesar da inocência. Da simples imaginação de uma menina precoce que ja tinha  asas mas certamente,  ainda não sabia voar.

Grata a todos pela presença sempre carinhosa.


















Meu Jeito

Sou o que sou
No meu jeito de agir,
Não quero mudar
Ou coisa assim...

Tenho os meus sonhos
E muitos ideais.
Odeio guerras,
Amo a paz.

Do que já fiz
Posso até me arrepender
E o que ainda não fiz
Tenho chance de fazer.

Conforme a música
Nem sempre quero dançar.
Prefiro minha dança,
Jeito próprio de pensar.

A minha estrela guia
Sigo sem hesitação
Falo sempre o que penso
Mas quem manda é o coração.

(Lu Nogfer)